Live marca lançamento de Plataforma de registro de memórias da pandemia

Uma live com a escritora Conceição Evaristo vai marcar o lançamento da Memória Popular da Pandemia, uma plataforma virtual colaborativa de registro de relatos sobre a vida no contexto da pandemia de COVID-19. O evento, promovido pela Plataforma de Direitos Humanos – Dhesca Brasil, da qual o Ibase faz parte, ocorrerá nesta quinta-feira (16) às 17h e será transmitido pela página de Facebook  e pelo canal de Youtube da Plataforma.

A live terá como tema a importância do registro das experiências cotidianas de diferentes indivíduos, famílias, coletivos e movimentos sociais sobre o difícil momento que nossa sociedade tem vivido. Participarão da conversa a escritora Conceição Evaristo e integrantes da equipe da Memória Popular da Pandemia: Juliane Cintra, Benilda Brito, Isadora Salomão e Carlos Vainer.

O evento servirá para instigar as pessoas a compartilhar suas histórias no site da Memória Popular da Pandemia. Esses relatos podem ser enviados pelo formulário disponível no site ou por whatsapp (11 989 589 000). A proposta permite o envio em diferentes formatos: texto, áudio, vídeo, fotografia e desenho.

Além do recebimento espontâneo de relatos, a Memória Popular da Pandemia também promoverá momentos de escuta com movimentos sociais. Conduzidos virtualmente pelas relatoras e relatores de direitos humanos da Plataforma Dhesca, os encontros servirão para compreender como a pandemia tem sido vivenciada por diferentes grupos e levantar histórias, possibilidades e estratégias de sobrevivência e possíveis violações de direitos nos territórios.

Durante o mês de julho, a Memória Popular da Pandemia terá como foco principal a coleta de depoimentos. Em agosto, será lançada a versão final da ferramenta, que possibilitará uma navegação interativa pelos relatos, a visualização da totalidade das memórias enviadas e a pesquisa com mecanismo de filtragem.

A Memória Popular da Pandemia é um projeto promovido pela Plataforma de Direitos Humanos – Dhesca Brasil, com apoio financeiro da Fundação Ford e a parceria do Ibase, Ação Educativa, Odara – Instituto da Mulher Negra e Articulação de Mulheres Negras Brasileiras.