O Ibase se manteve atuante nas diversas esferas de articulação em que participa.

Veja os destaques:

  • Em novembro, o Ibase foi sede de uma roda de diálogo sobre os 75 anos de criação da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Realizada em parceria com o Centro de Informações das Nações Unidas (Unic Rio) , a ação também contou com a exposição “Liberdade, Igualdade e Justiça”, composta por obras do artista peruano Ivan Ciro Palomino.

A atividade foi realizada na sede do Ibase e reuniu jovens dos projetos Youca Brasil, de Jardim Gramacho, e do coletivo Brota na Lage, do morro do Borel, além de representantes do Ibase e do Unic Rio.

Veja as fotos aqui.

  • O Ibase e a Plataforma DHesca estão organizando junto com familiares de vítimas de violência do Estado e organizações da sociedade civil parceiras, uma Escuta Popular que tem como objetivo aprofundar a discussão e propor ações para o enfrentamento aos impactos da violência policial na vida e nos direitos das crianças e adolescentes negros/as, com a presença de autoridades governamentais e parlamentares vinculados ao tema dos Direitos Humanos e o sistema de justiça.

A incidência visa fortalecer as organizações, movimentos e famílias na busca por justiça e reparação, pelo fim da violência policial que impacta o presente e o futuro de crianças e jovens negros nos territórios de favelas e periferias do Rio de Janeiro.

Foram realizadas três reuniões organizativas com as mães de vítimas e movimentos de Direitos Humanos para a realização da Escuta Popular – Infância Negra e Violência Policial que ocorrerá em fevereiro de 2024.

  • O Ibase e o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) realizaram a III Oficina do Projeto Sementes.

Através da participação como conselheira Nacional do MNDH, a instituição faz parte da equipe organizadora das ações do projeto Sementes de Proteção de Defensores e Defensoras de Direitos Humanos no Rio de Janeiro.

Esta é uma inciativa que ocorre também em outros estados do Brasil e se propõe a realização de Oficinas Estaduais cujo tema é: “Defendendo Vidas de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos”.   

Realizamos a última oficina com o intuito de fortalecer medidas de proteção e atendimento a defensoras e defensores de direitos humanos em todo o Brasil.  A atividade foi realizada no dia 05.12, na sede do Ibase e contou com a presença de 17 defensoras e defensores de Direitos Humanos. Neste sentido, foi criada a Rede Popular de Proteção de Defensores e Defensoras de Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro.

  • De 11 a 13 de julho, o Ibase sediou o encontro Perspectivas da Política Energética e Extrativista na América Latina e no Caribe, promovido pela Rede Latino-americana de Indústrias Extrativas (Rlie). O evento aconteceu pela primeira vez no país e reuniu cerca de 30 especialistas vindos da Bolívia, Colômbia, Equador, Guatemala e Peru – além de brasileiros(as). À frente da organização do encontro estiveram o Ibase e o Centro de Estudos para o Desenvolvimento Agrário e do Trabalho (Cedla), na Bolívia.  
  • Em outubro, o Ibase foi sede para o encontro “G20: estrutura e oportunidades para participação da sociedade civil brasileira”.

O seminário teve como objetivos apresentar as prioridades da presidência brasileira do G20; prover um panorama do que é o G20, sua governança e seus mecanismos de participação por meio de grupos de engajamento; e contribuir para a ampla participação da sociedade civil brasileira na incidência sobre temas prioritários da presidência do Brasil.

A organização do evento foi da Plataforma Cipó, em parceria com o Ibase, a Abong e a Gestos. O apoio é do Instituto Clima e Sociedade (ICS).

  • Em julho, o Ibase participou da atividade “Fatores de Risco e Desafios na Prevenção do Genocídio no Brasil”, paralela à 53ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

O encontro foi proposto como desdobramento da visita da sub-secretária-geral da ONU e assessora especial para Pevenção do Genocídio, Alice Wairimu Nderitu, ocorrida em maio de 2023.

Organizado pela diretora executiva Rita Corrêa Brandão, o grupo – formado por Renata Trajano, do  Papo Reto do Complexo do Alemão; Irone Santiago e Vânia da Silva Pereira, da rede Mulheres em Movimento da Maré; Fátima Pinho e Patricia Oliveira, da articulação Mães de Manguinhos; Renata Aguiar dos Santos, do grupo Mães da Baixada; e José Luis Faria da Silva, pai do menino Maicon, morto durante uma operação da Polícia Militar em Acari, na Zona Norte do Rio,– participou de forma on-line da 53ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, na Suíça,  no dia 03 de julho, em mais um momento de luta e cobrança por justiça. 

A atividade também teve a presença da sub-secretária geral das Nações Unidas que divulgou uma declaração oficial, com destaque para a afirmação da existência de graves violações ao direito internacional dos direitos humanos, situações de instabilidade principalmente em conflitos entre fazendeiros e indígenas, uso excessivo de força pelas agências de segurança contra pessoas negras.

  • Nos dias 29 e 30 de novembro aconteceu a oficina “Prevenção ao discurso de ódio no Brasil”, promovida pelas organizações Fórum Ecumênico ACT Brasil (FE ACT Brasil), Aliança ACT (ACT ALLIANCE), Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), Justiça Global e Ibase. A agenda de formação foi contruída e realizada em parceria com o Escritório das Nações Unidas para a Prevenção ao Genocídio e Obrigação de Proteger.

A oficina de formação contou com mais de 30 inscrições, sendo elas de representantes de organizações da sociedade civil, representantes de movimentos sociais, mães de vítimas da violência policial, lideranças indígenas e quilombolas e lideranças religiosas.

Esta programação se alinha à sequência de atividades que este coletivo de organizações brasileiras vem realizando em colaboração com o Escritório das Nações Unidas para a Prevenção ao Genocídio. Todas as ações até então organizadas por essa parceria, abordam a questão do ódio e dos extremismos como fatores de risco muito fortes na perspectiva da normalização das violências e a potencialização de crimes de genocídio a grupos específicos no Brasil.

Assim, o objetivo desta iniciativa foi o de compartilhar informações e subsídios sobre a temática do discurso de ódio a partir dos documentos do sistema global de direitos humanos e olhar para a situação do Brasil no que se refere aos desafios que estão colocados para o enfrentamento desta questão que cresceu muito no país nos últimos anos. A agenda seguirá como estratégica na programação das organizações parceiras que vem coordenando este processo e de um amplo grupo de parceiros que também atuam com o tema, além dos sujeitos que são as maiores vítimas destas violências, a saber, povos indígenas, povos e comunidades tradicionais, comunidade LGBTQIAPN+, povo negro, mulheres e outros grupos.

A formação foi ministrada pelo Escritório das Nações Unidas para a Prevenção ao Genocídio e Obrigação de Proteger, através dos representantes Castro Wesamba e Flávia Kroetz, oficiais de assuntos políticos da assessoria especial da ONU para prevenção de genocídio, e pelo  Camilo Onoda Caldas, relator do Relatório de Recomendações para o Enfrentamento ao Discurso de Ódio e ao Extremismo no Brasil. A moderação foi de Enéias da Rosa, secretário executivo da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil. 

Esta programação se alinha à sequência de atividades que este coletivo de organizações brasileiras vem realizando em colaboração com o Escritório das Nações Unidas para a Prevenção ao Genocídio. Todas as ações até então organizadas por essa parceria, abordam a questão do ódio e dos extremismos como fatores de risco muito fortes na perspectiva da normalização das violências e a potencialização de crimes de genocídio a grupos específicos no Brasil.

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